domingo, 24 de fevereiro de 2013









Depressão




Alguns Sintomas



  
A depressão pode causar aumento ou perda do apetite, bem como prisão de ventre. Pode haver dores de cabeça, nas costas ou no estômago, sem causa aparente e que não passam com o uso de remédios.

 Suor em excesso, palpitações e tremor são outros sintomas comuns.

O deprimido pode ter ideias pessimistas e insistentes. A pessoa sabe que elas não fazem sentido, mas não consegue se livrar delas.

Diminui a vontade de fazer sexo. Há desinteresse por coisas que antes eram agradáveis, como sair com amigos, ler livros, ver novela.

Você confere portas e janelas ou acha que pode fazer mal a si mesmo ou a alguém? Essas atitudes também podem indicar TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo.

 O paciente não consegue se fixar numa leitura ou guardar na memória o que leu. Em pessoas mais velhas, a falta de memória pode ser o sintoma mais forte.

   A insônia também é comum entre os deprimidos.

Pele envelhecida, boca amarga, olheiras, unhas quebradiças, cabelos fracos e sem brilho.

 A doença dá a impressão de que o paciente está dopado, incapaz de ter sensações e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos.

Atitudes de anos atrás voltam, trazendo culpa e arrependimento. Problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis.

Há pacientes que pioram quando o tempo está frio e chuvoso. “Esses casos são chamados de depressão sazonal”

  A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio,Interpretação distorcida e negativa da realidade.

ü Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo).

 Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.

 Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia

  Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas

 Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis.

  Desinteresse, falta de motivação e apatia.

 Falta de vontade e indecisão

  Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio
  Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.


Depressão não é apenas uma tristeza passageira, diante de um fato adverso da vida. A pessoa apresenta uma tristeza profunda e duradoura, acompanhada de desânimo, apatia, desinteresse, impossibilidade de desfrutar dos prazeres da vida. Não se interessa pelas atividades diárias, não dorme bem, não tem apetite, muitas vezes tem queixas vagas como fadiga, dores nas costas ou na cabeça. Aparecem pensamentos "ruins", como idéias de culpa, inutilidade, desesperança; nos casos mais graves podem ocorrer idéias de suicídio.
As causas da depressão são desconhecidas. Acredita-se que vários fatores - biológicos, psicológicos e sociais - atuando concomitantemente levem à doença. Fatores biológicos, como a presença de depressão em outros membros da família podem ser considerados predisponentes, enquanto fatores psicológicos e sociais, por exemplo, perda de um ente querido, perda de suporte social, podem desencadear um episódio de depressão. Sabe-se que na depressão há alterações no equilíbrio dos sistemas químicos do cérebro, principalmente nos neurotransmissores noradrenalina e serotonina.
A depressão é uma doença como outra qualquer, cujo tratamento tem sofrido avanços significativos nos últimos anos. Medicamentos antidepressivos, que atuam nos neurotransmissores permitem uma recuperação do equilíbrio químico do cérebro, com a melhora dos sintomas da depressão. Essa recuperação demora algumas semanas, durante as quais o apoio dos familiares é também fundamental. O acompanhamento psicoterápico permite uma complementação do tratamento medicamentoso, propiciando a recuperação da qualidade de vida.
A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência .
 É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado
A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.
 Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.
Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. O estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.
Uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da vida.
O tratamento da depressão é muitas vezes medicamentoso.  Ao contrário do que alguns temem, a  terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente.


Idoso

O reconhecimento da depressão no idoso muitas vezes é difícil. Preconceitos em relação à velhice e às doenças mentais dificultam o acesso dos pacientes a um tratamento adequado.
Existe a idéia bastante arraigada de que a depressão é um fato "normal" na velhice. Não é! O idoso não precisa ser necessariamente triste.
Quando alguém fica desanimado e triste por algumas semanas é preciso levá-lo a um psiquiatra, para uma avaliação especializada, pois pode estar sofrendo de depressão.
Muitas pessoas ainda ficam constrangidas de procurar o psiquiatra, diante da idéia de terem uma doença mental. Por causa desses preconceitos, estima-se que cerca de metade dos pacientes deprimidos fiquem sem diagnóstico e tratamento adequados.

Criança

A depressão não atinge somente aos adultos ela atinge também adolescentes e bebes.
Quem já enfrentou uma crise de depressão sabe que não é fácil sair dela.
 Ver o bebe ou adolecente chorando, longe dos amigos ou com o olhar perdido .
  "A depressão no bebê está quase sempre ligada à mudança ou à perda do responsável por cuidar dele", comenta a psicóloga Maria Cristina Capobianco.

Preste atenção no seu filho: depressão não é a mesma coisa que tristeza. Pode acontecer de ele ficar desanimado por um período ou por um motivo específico, como a morte de alguém ou uma decepção amorosa. "Nesses casos, espere um mês. Se a tristeza não passar, procure ajuda", aconselha a psicóloga Suzy Camacho.

Valquiria Queiroz
Psicoterapeuta Holístico/Esteticista

Atendimento personalizado,agende um horário

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