Depressão
Alguns Sintomas
A depressão pode causar aumento ou perda do apetite, bem como prisão de ventre.
Pode haver dores de cabeça, nas costas ou no estômago, sem causa aparente e que
não passam com o uso de remédios.
Suor
em excesso, palpitações e tremor são outros sintomas comuns.
O deprimido pode ter ideias pessimistas e insistentes. A pessoa sabe que elas
não fazem sentido, mas não consegue se livrar delas.
Diminui a vontade de fazer sexo. Há desinteresse por coisas que antes eram
agradáveis, como sair com amigos, ler livros, ver novela.
Você confere portas e janelas ou acha que pode fazer mal a si mesmo ou a
alguém? Essas atitudes também podem indicar TOC, o transtorno
obsessivo-compulsivo.
O
paciente não consegue se fixar numa leitura ou guardar na memória o que leu. Em
pessoas mais velhas, a falta de memória pode ser o sintoma mais forte.
A
insônia também é comum entre os deprimidos.
Pele envelhecida, boca amarga, olheiras, unhas quebradiças, cabelos fracos e
sem brilho.
A
doença dá a impressão de que o paciente está dopado, incapaz de ter sensações e
sentimentos, sejam eles positivos ou negativos.
Atitudes de anos atrás voltam, trazendo culpa e arrependimento. Problemas que
antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis.
Há pacientes que pioram quando o tempo está frio e chuvoso. “Esses casos são
chamados de depressão sazonal”
A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de
morrer ou tentar suicídio,Interpretação
distorcida e negativa da realidade.
ü Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos
despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce
(geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente,
aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do
tempo).
Dores e outros sintomas físicos não justificados
por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia,
constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no
corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.
Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e
angústia
Desânimo,
cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas
Diminuição
ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas
agradáveis.
Desinteresse,
falta de motivação e apatia.
Falta de
vontade e indecisão
Sentimentos
de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio
Pessimismo,
ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de
falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte.
Depressão não é apenas uma tristeza passageira,
diante de um fato adverso da vida. A pessoa apresenta uma tristeza profunda e
duradoura, acompanhada de desânimo, apatia, desinteresse, impossibilidade de
desfrutar dos prazeres da vida. Não se interessa pelas atividades diárias, não
dorme bem, não tem apetite, muitas vezes tem queixas vagas como fadiga, dores
nas costas ou na cabeça. Aparecem pensamentos "ruins", como idéias de
culpa, inutilidade, desesperança; nos casos mais graves podem ocorrer idéias de
suicídio.
As causas da depressão são desconhecidas.
Acredita-se que vários fatores - biológicos, psicológicos e sociais - atuando
concomitantemente levem à doença. Fatores biológicos, como a presença de
depressão em outros membros da família podem ser considerados predisponentes, enquanto
fatores psicológicos e sociais, por exemplo, perda de um ente querido, perda de
suporte social, podem desencadear um episódio de depressão. Sabe-se que na
depressão há alterações no equilíbrio dos sistemas químicos do cérebro,
principalmente nos neurotransmissores noradrenalina e serotonina.
A depressão é uma doença como outra qualquer,
cujo tratamento tem sofrido avanços significativos nos últimos anos.
Medicamentos antidepressivos, que atuam nos neurotransmissores permitem uma
recuperação do equilíbrio químico do cérebro, com a melhora dos sintomas da
depressão. Essa recuperação demora algumas semanas, durante as quais o apoio
dos familiares é também fundamental. O acompanhamento psicoterápico permite uma
complementação do tratamento medicamentoso, propiciando a recuperação da
qualidade de vida.
A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo
de sua história tristeza, pessimismo, baixa autoestima,
que aparecem com frequência .
É imprescindível o acompanhamento
médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado
A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram
alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com
relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina),
substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.
Outros processos que ocorrem
dentro das células nervosas também estão envolvidos.
Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e
sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. O estresse pode
precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é
genética.
Uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento
da vida.
O tratamento da depressão é muitas vezes medicamentoso. Ao contrário do que alguns temem, a terapia é simples e, de modo geral, não
incapacita ou entorpece o paciente.
Idoso
O reconhecimento da depressão no idoso muitas
vezes é difícil. Preconceitos em relação à velhice e às doenças mentais
dificultam o acesso dos pacientes a um tratamento adequado.
Existe a idéia bastante arraigada de que a
depressão é um fato "normal" na velhice. Não é! O idoso não precisa
ser necessariamente triste.
Quando alguém fica desanimado e triste por
algumas semanas é preciso levá-lo a um psiquiatra, para uma avaliação
especializada, pois pode estar sofrendo de depressão.
Muitas pessoas ainda ficam constrangidas de
procurar o psiquiatra, diante da idéia de terem uma doença mental. Por causa
desses preconceitos, estima-se que cerca de metade dos pacientes deprimidos
fiquem sem diagnóstico e tratamento adequados.
Criança
A depressão não atinge somente
aos adultos ela atinge também adolescentes e bebes.
Quem já enfrentou uma crise de depressão sabe que
não é fácil sair dela.
Ver o bebe
ou adolecente chorando, longe dos amigos ou com o olhar perdido .
"A depressão no bebê está quase sempre
ligada à mudança ou à perda do responsável por cuidar dele", comenta a
psicóloga Maria Cristina Capobianco.
Preste atenção no seu filho: depressão não é a mesma coisa que tristeza. Pode
acontecer de ele ficar desanimado por um período ou por um motivo específico,
como a morte de alguém ou uma decepção amorosa. "Nesses casos, espere um
mês. Se a tristeza não passar, procure ajuda", aconselha a psicóloga Suzy
Camacho.
Valquiria Queiroz
Psicoterapeuta Holístico/Esteticista
Atendimento personalizado,agende um horário